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A dupla brasileira formada por Gastão Brun e Gustavo Kunze venceu na tarde desta quinta-feira a 66ª edição da Regata Darke de Mattos de Star, a mais tradicional do País levando-se em consideração todas as classes da vela. Os argentinos Julio Labandeira e Valentin Thompson terminaram em segundo lugar, seguidos dos sérvios Branislav Erac e Ozren Tosin. A prova serviu de aquecimento para o Mundial de Star, que começa neste sábado, a partir das 13 horas, na Baía de Guanabara. A regata, que teve largada e chegada em frente ao Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) e percurso até Copacabana, foi disputada com ventos fracos, variando de 2 a 7 nós. Esta regata é muito difícil porque não é normal. É uma verdadeira prova de obstáculos, com trechos difíceis de serem ultrapassados, disse Gastão, bicampeão mundial da classe Soling. Ficamos atrás o tempo todo e isso foi bom porque quem está na frente vai abrindo caminho. Assumimos a liderança só no Canal da Cotunduba, onde os que estavam na frente ficaram parados. Gastão Brun, de 65 anos, venceu pela quarta vez a competição. As outras vitórias dele foram obtidas em 1992, 1995 e 2002. Embora não tenha nenhuma comparação com as regatas do Mundial, esta prova mostrou que estamos com boa velocidade andando com vento fraco, comemorou o veterano velejador. Guilherme Raulino e Marco Lagoa, de Brasília, lideraram a regata até quase no final, mas acabaram em quarto lugar. Apenas oito dos 36 veleiros que largaram completaram a prova, que teve mais três prêmios especiais: um destinado ao 6º colocado ao passar em frente ao Copacabana Palace (ganho pelos argentinos Gerardo Della Torre e Guilhermo Latour), um destinado ao líder na chegada ao Posto 6 de Copacabana (conquistado por Guilherme Raulino e Marco Lagoa) e a Xulipa de Ouro (um sapato dourado, destinado à última dupla classificada na competição, também os argentinos Della Torre e Latour). Quadro - Marcelo Siqueira, de São Paulo, passou a tarde desta sexta-feira pintando um quadro com a imagem do píer do Iate Clube do Rio de Janeiro, com toda a Baía de Guanabara ao fundo. Comecei a me interessar por veleiros e pedi autorização para retratar esta bonita paisagem, disse Siqueira, que pinta desde 1998 e pretende expor o quadro no futuro. O Campeonato Mundial da Classe Star conta com o patrocínio da Banco do Brasil, Transpetro, Governo Federal, Gol Linhas Aéreas, Santa Constanza, Wollner e Secretaria Estadual de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro e tem organização do Iate Clube do Rio de Janeiro, da International Star Class Yacht Racing Association (ISCYRA), da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM) e da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro (FEVERJ). |